Quero quebrar com as rotinas do passado.
Passear por Sintra e ingerir almofadas de açúcar.
Beber do teu olhar o néctar divino.
Perder-me ao tentar encontrar comida fora das horas vulgares.
Alargar o tempo e esticar a saudade.
Ouvir-te deambular pelos corredores da incerteza.
Amparar-te o ombro nas dúvidas que nos assolam.
Sorrir-te.
Prefiro a voz agressiva ao silêncio passivo da noite.
O calor humano ao frio incisivo.
O sol gelado acompanhado pela cálida luz da noite intermitente.
E nós no final da estrada.